As 10 Tendências Globais de Consumo para 2018 e como elas afetam os negócios de moda

15/03/2018

 

 

O que faz um negócio de moda ser tão desafiador é ter que, constantemente, reafirmar o valor da sua marca, num segmento em que a sociedade aprendeu a ver como fútil, sem importância e sem sentido.

É necessário o dobro do trabalho quando tentamos construir uma marca de moda com um propósito maior do que o faturamento, justamente porque não somos levados tão à sério quantos outros setores da economia.

A representatividade e o empoderamento feminino estão aí, reivindicando a forma como a sociedade (e a moda) enxerga o que é fora do padrão e como lida com isso.

Por isso é tão importante estar atento às mudanças na sociedade e consequentemente, no mercado.

 

Não há opção, senão incluir.

E de verdade.

 

Todos os anos, o instituto de pesquisa Euromonitor publica um relatório com as 10 Tendências Globais de Consumo.

Em 2018, muita mudança está por vir e agora mais do que nunca, é importante manter a mente aberta para novas descobertas e entender que a tecnologia ocupa uma posição fundamental quando o assunto é moldar os novos hábitos de consumo.

Segue a lista!

 

1. Vida Limpa:

São pessoas com estilo de vida mais clean e minimalista, que se preocupam com a integridade do ser e tiveram acesso à educação superior. Tem entre 20 e 29 anos e cresceram em meio a crises econômicas e políticas. Possuem uma visão de mundo mais ampla.

 

2. Os Inquilinos:

Se preocupam com a vida em comunidade e buscam reformular a economia, esquecendo o “consumo ostentação”. Investem menos em bens materiais e mais em experiências. São os conhecidos Millenials.

 

3. Cultura da reinvidicação:

Eles reclamam no Twitter, espalham virais e participam de petições online. O “ativismo hashtag” está utilizando a internet para dar voz às pessoas.

 

4. Está no meu DNA:

São curiosos quando o assunto é genética e buscam por personalização de produtos/serviços de saúde e beleza. São fanáticos por nutrição e vida fitness. Estão em constante busca por entender suas origens e se preocupam acima de tudo, com seu bem estar.

 

5. Empreendedores Adaptativos:

Flexibilidade é a palavra chave. Estão preparados para assumir riscos e possuem uma natureza empreendedora. Buscam carreiras que ofereçam mais liberdade e fogem da rotina “9h às 17h”.

 

6. Vejo do meu Quarto:

Com o aumento da realidade virtual, a percepção da realidade é mesclada à imagens digitais. Os consumidores agora poderão visualizar os produtos antes de compra-los. A sofisticação dos celulares abriu as portas para mais funcionalidades tecnológicas.

 

7. Consumidores Detetives:

A política influencia diretamente o consumo. Com a crise de confiança, os consumidores continuam céticos quantos aos produtos e a integridade das empresas. Estão cansados de ouvir palavras tranquilizadoras e buscam conhecer cada detalhe sobre a produção e distribuição do que compram.

 

8. Co-Habitação:

Estão entre os Millenials e os consumidores acima de 65 anos. Dividem habitações e compartilham os mesmos interesses e valores. Essa é uma tendência vinda dos grandes centros urbanos que abraçaram a economia compartilhada como um estilo de vida.

 

9. Designers Digitais:

Os consumidores agora são também, criadores. O desejo de alcançar a autenticidade está impulsionando a criação de produtos personalizados onde o comprador faz parte de todo o processo de design e produção.

 

10. Os Sobreviventes:

Após o início da Grande Recessão a mentalidade dos consumidores parece a mesma. Apesar de a economia ter melhorado com o aumento de renda e queda do desemprego, a disparidade social ainda é muito visível. Os que estão presos entre os baixos salários, os escassos benefícios governamentais e os altos custos de vida, continuam lutando para lidar com o controle de gastos.

 

O que podemos aprender com isso?

A pensar com a cabeça do consumidor na hora de criar um produto/serviço, afinal, é ele quem dita as regras e é ele quem decide se uma empresa vale à pena ou não.

 

É importante ter propósito, se interessar verdadeiramente e querer fazer parte de um novo mundo, criado para a quebra de paradigmas e para a inclusão.

 

Portanto, tanto faz se você é uma nova marca ou se está no marcado há anos, é importante sempre se perguntar: num grau de 0 à 10, o quanto você se importa com o seu cliente?

Se o número for muito baixo, talvez seja a hora de traçar novas metas e buscar algo que você realmente sinta que agrega valor à vida das pessoas.

 

O que você não pode fazer é viver de algo que você não acredita.

 

 

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